Artigos que valem a pena: Infecções Adquiridas no laboratório – Sulkin & Pike, 1951

Olá leitor!

Estou em um esforço grande para tentar voltar a postar constantemente no blog. Entretanto, estou em um período de grandes demandas acadêmicas. Por isso resolvi aproveitar já que o bonde está andando e vou escrever pequenos resumos sobre artigos interessantes que tenho lido para a elaboração da minha tese.

Assim, hoje inicio esta série de posts denominada “Artigos que valem a pena“. Espero que você aproveite!

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A origem das coisas

Muitos me perguntam “De onde veio o conceito de Biossegurança em laboratórios?”

Para chegarmos à essa resposta primeiro temos que analisar um pouco a necessidade do conceito ter surgido. Afinal os europeus, só tiveram que dar nome ao Brasil depois que o primeiro português pôs o pé aqui! Só se dá nome aos bois a partir do momento em que os bois existem!

A origem dos estudos

O conceito de Biossegurança em laboratórios surgiu a partir da percepção de que existiam riscos associados ao trabalho neste ambiente. Dois dos principais pesquisadores são Edward Sulkin e Robert Pike, que publicaram uma série importante de artigos sobre infecções adquiridas no laboratório, e vamos ver um deles:

Este artigo foi publicado em 1951, resultado de uma pesquisa feita com 5.000 questionários enviados por correio, dos quais mais ou menos 50% foram respondidos (e olha que naquela época ninguém tinha e-mail!!!). As cartas foram enviadas para departamentos de saúde locais, hospitais, clínicas particulares, escolas de medicina e veterinária, instituições de ensino superior,  empresas de biotecnologia e agências governamentais.

Neste universo eles conseguiram mapear 1.342 casos de infecções associadas a pessoas que trabalham em laboratórios. Mas destes, somente 680 tiveram como causa definitiva a contaminação no ambiente de trabalho. Isto aconteceu pois em algumas descrições de infecções como as por tuberculose, as pessoas poderiam ter contraído a doença tanto no ambiente de trabalho quanto fora dele.

A origem das infecções

Outro dado interessante foi que os autores procuraram identificar qual prática no laboratório levou à infecção, apesar de que naquela época muitas vias ainda eram desconhecidas. Entretanto, eles conseguiram mostrar que acidentes que envolviam agulhas e outros pérfuro-cortantes, mordidas de animais ou pipetagem com a boca eram frequentes e mereciam atenção.

Mas nem todas as instituições do país foram mapeadas, nem todos responderam, e nem todos podem ter identificado algo como uma infecção adquirida no laboratório, já que muitas delas podem não ter sido aparentes. Por exemplo: uma pessoa pode ter contraído tuberculose, mas ter permanecido assintomática. Ou seja, provavelmente muita coisa passou sem que se percebesse. A meu ver isto foi um forte motivo para alarmar os estudantes, professores, técnicos, estagiários, etc. que frequentavam laboratórios.

A origem do problema

Por isso, já percebendo que o problema estava tanto no desconhecido quanto no conhecido, os autores provocam uma pequena reflexão no momento em que ressaltam a responsabilidade de cada um sobre sua própria segurança, e terminam com a frase: “Alguns destes acidentes são obviamente preveníveis. Outros não podem ser previstos e podem ser diminuídos através do exercício da precaução.”

E isso em 1951! Acidentes acontecem, mas é difícil acreditar que 60 anos depois ainda tem gente que não aprendeu com os erros.

Referência

Este artigo pode ser acessado gratuitamente no endereço: http://ajph.aphapublications.org/cgi/reprint/41/7/769.pdf

S. Edward Sulkin and Robert M. Pike Survey of Laboratory-Acquired Infections. Am J Public Health, Jul 1951; 41: 769 – 781.

Até a próxima edição!

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Cintos de segurança, pasteurização e cientistas

Olá leitor! Como você pôde perceber estou sem atualizar o blog há um bom tempo!

O motivo disso é que a minha mera mortalidade perante as tarefas aparentemente intermináveis do mestrado requeririam que eu bebesse uma poção mágica de dar inveja no Panoramix, Obelix e sua trupe para que pudesse cumprir todas as minhas obrigações e ainda atualizar o blog constantemente.

Mas isso é outra história! Vamos ao que interessa!

Recentemente desenvolvi um texto em uma disciplina de Divulgação Científica que estou fazendo e resolvi postá-lo aqui. O público-alvo é de jovens e o objetivo é o de explicar brevemente o quê é a Biossegurança e quem trabalha com ela.

Cintos de segurança, pasteurização e cientistas

Riscos do cotidiano

Quando você entra em um carro, sabendo que existe a possibilidade de um acidente ocorrer, a primeira coisa que você faz (ou deveria fazer!) é afivelar o cinto de segurança, seja no banco da frente ou no de trás. Andando em um automóvel corremos riscos, assim como em praticamente qualquer momento nas nossas vidas.

Entretanto, os avanços tecnológicos nos permitiram reduzir muito os riscos associados ao nosso dia-a-dia. Um exemplo são os testes de colisão de veículos, que nos mostram o grau de proteção que os carros nos oferecem em caso de acidente. Entretanto, somente no início do século XX, com a produção em série de automóveis por Henry Ford, é que os acidentes de carro vieram a se tornar parte das nossas vidas. Mas vamos então analisar um risco que existe desde que nos entendemos por gente: contrair doenças.

As doenças e o leite UHT

Ao longo da história, muitas tentativas têm sido feitas para compreender como as doenças agem e o quê devemos fazer para evitá-las. No século XIX, Louis Pasteur, um dos cientistas mais importantes na história da Biologia, descobriu que, ao se esquentar o leite antes de tomá-lo, o risco de adquirir doenças era diminuído em muitas vezes. O método fez tanto sucesso que o utilizamos até hoje e demos um nome em homenagem ao seu descobridor: “pasteurização”. Se você parar para ler uma caixinha de leite longa-vida de qualquer marca, vai ver que em todas está escrita a sigla U.H.T. Isto é nada mais nada menos do que um processo “high-tech” desenvolvido a partir do método descoberto por Pasteur, com a diferença de ser em altas temperaturas (“Ultra-High Temperatue”). O leite é esquentado a mais de 130 graus Celsius por um tempo de 1 a 2 segundos, e é rapidamente resfriado.

Visto que o leite longa-vida pode passar meses em estoque até ser consumido, é importante que ele não esteja contaminado ao tomarmos nosso café da manhã. Isto só não acontece já que o risco de infecções por microorganismos é reduzido após a pasteurização. Mas como então descobriram que a doença vinha do leite? Como Pasteur não se contaminava com os microorganismos com os quais trabalhava?

Biossegurança

Existe um campo de estudo que se preocupa em minimizar os riscos do trabalho dos cientistas. A Biossegurança é um campo da pesquisa científica que investiga maneiras de evitar a contaminação de cientistas em seu trabalho. O caríssimo Sr. Pasteur certamente não possuía o conhecimento que temos hoje sobre os microorganismos que causam doenças e outros riscos associados ao trabalho em laboratório, e provavelmente se contaminou em suas pesquisas. Mas apesar de não conhecermos todos os riscos, certamente já conhecemos o suficiente para tomar certas medidas de precaução.

Quando você vê um cientista trabalhando com óculos de proteção, jaleco e luvas é porque ele está exposto a riscos, e utilizando estes equipamentos, ele está minimamente protegido. Estudando os casos de acidentes e as formas de infecção, os cientistas que trabalham com Biossegurança, que é definida como “Segurança da Vida”, melhoram a sua qualidade de trabalho. Mas o que você tem a ver com isso? Bom… nós podemos minimizar os outros riscos associados ao nosso dia-a-dia com o simples ato de afivelar o cinto de segurança. Afinal, se o cinto está lá, deve ser por algum bom motivo! Por isso, lembrem-se: errar é humano, mas não aprender com os erros é burrice!

Abraço!

Ricardo

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Passamos da marca dos 5.000!

Sei que o Blog está em uma fase de poucas atualizações, mas o tempo está curto e a inspiração está escassa. Mesmo assim, escrevo este post para comemorar as mais de 5.000 visitas no blog desde o dia de seu primeiro post, no dia 8 de Agosto de 2009. Estamos quase completando 7 meses de vida com pouco menos de 6 mil visitantes, quase 1.000 por mês! Não é lá muita coisa pra um blog comum, mas estamos tratando de assuntos que não são muito divulgados na mídia e que (a meu ver) nem no meio acadêmico recebem a importância que deveriam.

Espero que continuemos crescendo juntos! Obrigado a você, leitor!

Abraços “Biosseguros” a todos!

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O quê são Boas Práticas de Laboratório? (parte2)

Terminamos o nosso último post com 3 perguntas: Como podemos organizar os artigos, os protocolos, os arquivos no computador, os reagentes, os equipamentos, etc? A quem devemos atribuir responsabilidades? Como garantir a qualidade na pesquisa?

Todas essas perguntas são bem simples de se responder quando temos em mente que existe uma das coisas mais importantes na nossa sociedade atual:

A Normalização! (Ou seria NormaTização? – Na verdade tanto faz! Os dois termos estão certos, sendo que o mais usado é Normalização. Visite este site pra tirar a dúvida!)

A palavra Normalização vem do verbo NORMALIZAÇÃO, que significa “Tornar normal, regularizar”; que por sua vez vem do adjetivo NORMAL, que significa “Conforme a norma, regular”; que por sua vez vem do substantivo NORMA, que significa “Preceito, regra, teor”.

E REGRA todo mundo sabe muito bem o que é desde pequeno. Não poder comer a sobremesa antes de terminar o prato, não poder assistir televisão antes de fazer o dever de casa e não poder mexer em material contaminado com HIV sem equipamento de proteção são exemplos de regras. Obviamente existe uma diferença clara entre a última e as outras: a gravidade de não cumpri-la.

Tendo isso em mente, em uma certa época o mundo percebeu a necessidade de criar regras para algumas coisas. Como garantir que a carne bovina produzida no Brasil será própria para ser consumida na França sem haver critérios de fabricação que comprovem a qualidade da produção? Como garantir que um experimento feito no Brasil seja reproduzível na Alemanha?

A importância da Normalização nesse caso é óbvia. Devemos ter regras, normas de pesquisa que garantam a confiabilidade dos dados científicos produzidos!

Como mencionado no post anterior, aqui no Brasil os preceitos e normas básicas que podem garantir essa confiabilidade e reprodutibilidade (Em Laboratórios de pesquisas não clínicas!) estão na Norma NIT-DICLA-035 do INMETRO.

Vamos tentar então conversar em uma língua “normalizada” em NIT-DICLA-035:

Se eu falasse:

“Hoje vou ao meu laboratório discutir com o chefe sobre os resultados do projeto e rever o protocolo que estamos usando.”

Traduziria em “linguagem NIT-DICLA-035″ para:

“Hoje vou à minha Instalação de Teste discutir com meu Diretor de Estudo sobre os Dados Brutos do nosso Plano de Estudo e rever o Procedimento Operacional Padrão que estamos usando.

Percebe-se que mesmo essa brincadeira é estranha para quem nunca entrou em contato com a norma, e mais ainda para quem ainda não teve a oportunidade de ler nenhuma norma. Mas não é difícil! Basta pensar em situações reais e transpor a regra para o dia-a-dia.

Por isso, no próximo post, vamos nos familiarizar com a NIT-DICLA-035!

Até a próxima!

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O quê são Boas Práticas de Laboratório? (Parte 1)

Olá leitor!

Hoje vamos começar a tratar mais especificamente de Boas Práticas de Laboratório.Leite_ruim

Para começar nossa reflexão, primeiro imaginem uma empresa que produz leite. Aquele leite que nós, nossos filhos, amigos e vizinhos tomam.

Imaginem uma empresa dessas sem a menor organização. Sem quadro de funcionários definido, sem utilização de materiais de proteção para trabalhar e sem uma preocupação com a qualidade do leite nem com as condições sanitárias do estabelecimento.

Leite de lá eu não tomaria.

Por isso, existem normas de Boas Práticas de Fabricação, que são regulamentadas e fiscalizadas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Estas normas existem para garantir a qualidade do alimento produzido que chega à nossa mesa.

Em um laboratório também devemos ter essa preocupação, não? Que o nosso trabalho e que os nossos experimentos sejam de qualidade, que os resultados sejam confiáveis, que não causem danos à natureza e que preservem a saúde e a segurança dos seres humanos envolvidos direta ou indiretamente.

Por causa desta preocupação, a OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em conjunto com seu Programa Especial de Controle de Químicos, entre 1979 e 1980, elaborou seu primeiro documento de Boas Práticas de Laboratório. Isso permitiu a criação de diretrizes para o trabalho em laboratório e o intercâmbio confiável de dados científicos e de produtos químicos entre os países que aderiram à causa. Essas normas foram revisadas em 1997 e estão disponíveis gratuitamente online no site da OECD.

OECD

Mas chega de história! Chega de exemplos internacionais! Vamos falar de hoje em dia, e vamos falar de Brasil!

Aqui na terra do futebol e do samba nós temos também nossas normas e diretrizes. A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é o órgão responsável pela elaboração de normas técnicas no Brasil e é de lá que saíram as normas ABNT NBR NM ISO 15189:2008 (Laboratórios de análises clínicas – Requisitos especiais de qualidade e competência) e a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 (Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração). Mais especificamente para laboratórios de pesquisa básica, as normas mais adequadas seriam as do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). O documento básico desta biblioteca disponibilizada gratuitamente pelo INMETRO é a NIT-DICLA-035, que é literalmente uma tradução dos Princípios de Boas Práticas de Laboratório da OECD.

Essas normas nos ajudam a responder às seguintes perguntas:

ABNT LogoComo podemos organizar os artigos, os protocolos, os arquivos no computador, os reagentes, os equipamentos, etc?

A quem devemos atribuir responsabilidades?

Como garantir a qualidade na pesquisa?

Vamos continuar respondendo a essas peguntas no próximo post!

Abraços!

Ricardo Oliveira

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Blog é Educação à Distância?

Olá internauta!

Hoje abro o post com uma pergunta: A leitura deste blog e de outros blogs pode ser considerada Educação à Distância?

Semana passada estive em meu primeiro congresso de educação, o VI Congresso Brasileiro de Educação Superior à Distância (ESuD), emesud São Luis (MA). Apesar das novidades, muitas coisas não mudam, como por exemplo meu vício por café. Em um congresso basicamente de professores, me senti em casa. Os repositórios de cafeína (garrafinhas térmicas) eram disputados a tapas, e os outros participantes tomavam quase tanto café quanto eu. Também encontrei por lá um outro interesse em comum: as tecnologias da educação.

Inserida nesse universo tecnológico está a Educação à Distância. Sua principal riqueza, em minha opinião, é a de ser uma auxiliadora no processo de transição do paradigma educacional no mundo, onde o professor passa a ser um mediador e um problematizador, e não somente uma fonte de conhecimento. Neste modelo educacional e pedagógico, o aluno precisa ter interesse, precisa pesquisar sobre o que ele está aprendendo. E para que isso aconteça, o aluno precisa aprender a aprender. Isso causa muita resistência à utilização do ensino à distância, ainda mais quando muita gente a usa de forma equivocada, contratando menos professores e reduzindo o custo de um curso, mas também perdendo qualidade.

Por isso, o tema deste VI Congresso foi: “Qualidade em EaD”.ead

No congresso (faixa etária média de 30 anos), a minha idade foi essencial para compreender o que os professores e pesquisadores  já  tinham descoberto sobre minha forma de pensar e de me comunicar. Enquanto eu estava em uma palestra, estava também no laptop conectado com meus amigos, parentes, namorada, cachorro e papagaio conversando a respeito da palestra, pedindo opiniões e fazendo pesquisas no google sobre os temas que surgiam na discussão. Esta multiconectividade, interdisciplinariedade e leitura hipertextual é o que marca nossa forma de comunicar hoje em dia, principalmente nos jovens. Talvez os outros estudantes da minha geração (e talvez alguns de uma geração acima) tenham sido os primeiros que começaram sua adolescência já conectados com seu windows 95 e sua conexão dial-up de 56k. Entrávamos na internet depois da meia noite para economizar o telefone, conversávamos no ICQ ou no mIRC, alguns no bate-papo do UOL. Com a chegada da internet, a forma humana de se comunicar estava mudando.

Hoje é um fato é que as relações humanas mudaram. A nossa forma de se relacionar é completamente diferente daquela vivida por nossos pais. A humanidade está mudando e, como bem disse Moacir Gadotti em sua brilhante palestra: “A educação precisa ser, sobretudo, humana”. E é por isso que uma mudança na cultura e na tecnologia pede uma mudança naquilo que nos torna capaz de progredir e viver em sociedade: a Educação.  Precisamos de mudanças nas tecnologias da educação (que ja estão chegando com força com a EaD) e uma mudança cultural e conceitual (que está vindo um pouco mais lenta) para acompanhar a evolução das relações humanas.

Por isso volto à minha questão inicial: será que lendo blogs podemos considerar que estamos fazendo parte de um processo de educação?

Deixo a pergunta no ar para que vocês respondam! Consultem os textos de referência!

Abraço,

Ricardo Oliveira

PS: Para quem for a São Luís, não deixe de visitar o centro histórico… e me conte depois o que tem por lá porque eu fiquei enclausurado no congresso!

PS2: Traga garrafinhas de Guaraná Jesus, que só tem por lá e é muito bom!

Referências:

Definições de Ensino à Distância da pesquisa Google

Eduardo Chaves – Ensino à Distância: Conceitos Básicos

Ivônio Barros Nunes – O Que É Educação à Distância

Ivônio Barros Nunes – EaD: Definição, Características e Evolução Histórica

José Manuel Moran – O que é Educação a Distância

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Os Sons da Biossegurança

Uma indicação de um amigo (@luizbento), um dos autores do blog Discutindo Ecologia,  me levou a um blog chamado Em Síntese, de um professor de química, onde ele comenta sobre um vídeo sobre segurança em laboratório.

Disponibilizado no Youtube, este vídeo é repleto de bom humor e apresenta uma linguagem apropriada a uma faixa etária infantil. Mesmo assim, devido à a qualidade das informações, posso sugerir a divulgação deste vídeo também no meio acadêmico.

Pesquisei um pouco e descobri que este vídeo foi produzido por um grupo de ex-alunos de graduação de Berkley que compartilham dois interesses: música e ciência. Maiores informações podem ser encontradas no site deles: www.thesoundsofscience.com

Divirtam-se!

The safety song é a segunda produção deste grupo e a letra pode ser encontrada logo abaixo:

The Safety Song:

The laboratory is a wondrous place where experiments are put to test,
There are so many tools at our disposal to study science at its best
Pipettes and beakers, what’s this for?
Acids, bases, salts galore,
Bunsen burners, scales and more…
We’re going to have so much fun,
And we’ve only just begun,
cause we have so many gadgets to explore!

Now wait just a minute my young scientists before you begin you must be alert.
There are so many hazards in the lab and it’s best if we do not get hurt.
Equipment may appear robustGrupo The Sounds of Science 2
But glass can break and tools can rust,
So safety goggles are a must!
And many fluids look the same
So we label them by name
Be aware of open flames
And we always work with someone whom we trust!

Oh there once, was a famous monster Jeffrey,
Who accidentally left tea,
On his lab desk late one night…
And then he
made a wonderful discovery,
Before he spilled his hot tea,
Which ended in catastrophe.

[He should have been a little more careful
Then he wouldn't have burned his lab down]

So remember to keep food and drink away, just make it part of your lab routine, and
Your desk holds many sensitive materials it’s crucial that you keep it clean.
So waft don’t smell those toxic scents
Saftey is our best defense
Most of all use common sense
You know that shoes with open toes
Are at risk to be exposed,
To burns and glass who knows!
Please don’t track in all that sand, and
Don’t touch that with bare hands!
Gloves are a concern
To avoid a nasty burn
You’ll soon learn to be aware
And can you clean up all that hair?
Come on, safety is a serious affair!

(bokor monster)Grupo The Sounds of Science
I’m not unsafe, it’s not fair,
I can’t help that i shed purple hair
Alas, i wish i had a second chance

[Everybody makes mistakes
be careful next time for all our sakes]

Finale:
1: The laboratory is a wondrous place where experiments are put to test
There ARE so many tools at our disposal to study science at its best

2: [We all must be safe, because safety is our best defense
But most of all, we must always use our common sense]

1: It’s important that we all take care
Stay alert and be aware
Cause safety is a duty shared!

2: [Cause safety comes first
So we must prepare,
And we'll be well versed!]

It’s instrumental to identify
Potential things as they come by
Cause plans can often go awry
And we must be prepared!

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Atingimos 1000 acessos!

Olá internauta!festa-6227

Ontem atingimos a marca de 1000 acessos no blog!

Tenho observado um aumento exponencial no número de visitantes. No primeiro mês tivemos pouco mais de 50 acessos. Já no segundo, quadruplicamos este valor. E este mês novamente quadruplicamos o número de acessos do mês anterior!

Só tenho a agradecer a vocês que visitam e lêem o blog, pois sem vocês o blog não faria sentido!

Um blog sem leitores é uma religião sem seguidores!

Abraços a todos,

Ricardo

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Base de Dados em Foco!

Olá leitor!

Foi inaugurada a Base de Dados do Biossegurança em Foco!

base de dados em foco

Divirta-se!

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“Cadê o artigo que falava do…?”

Boa tarde leitor!

Durante esse curto tempo que eu mantenho o Blog, vivo me perguntando se devo ou não criar uma base de dados de artigos que falem de assuntos relacionados à Biossegurança.Base de Dados

Cheguei à conclusão que não seria tão importante, já existem alguns sites que fizeram isso, e de forma eficiente. Mas fiquei pensando que organizar e selecionar alguns artigos seria proveitoso de qualquer forma, tanto para mim quanto para os outros interessados na bibliografia.

Tenho muita dificuldade, por exemplo, em achar artigos que falem da história da Biossegurança. Mesmo em sites que têm uma grande quantidade de conteúdo, como o (excelente) SIB da Fiocruz, eu ainda vejo alguma desordem destes textos. Muito conteúdo pode assustar!

Assim, o foco da nossa base de dados será organizar poucos e bons artigos.

Portanto, em breve, estará disponível a base de dados do Biossegurança em Foco!

Abraços,

Ricardo Oliveira.

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